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Dona de agência de turismo de MG que causou prejuízo de R$ 160 mil a vítimas é presa no ES

De acordo com a polícia, a mulher figura como autora em mais de 20 inquéritos de estelionato

Uma mulher de 59 anos, dona da agência de turismo “GET Turismo”, localizada em Poços de Caldas, Minas Gerais, foi detida na manhã desta terça-feira (02) no bairro Valparaíso, na Serra.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher figura como autora em mais de 20 inquéritos de estelionato na Delegacia de Polícia de Poços de Caldas, de Minas Gerais, gerando um prejuízo financeiro estimado em mais de R$ 160 mil.

Segundo a Polícia Civil mineira, no início do mês de maio deste ano, os clientes compareceram na agência para a regularização das viagens e notaram que a agência se encontrava fechada, não sendo possível nem mesmo o contato telefônico com a proprietária da agência.

Diante da suspeita, as vítimas entraram em contato diretamente com as empresas de viagem, áreas e turismo, e descobriram que as passagens nos nomes delas não tinham sido emitidas e, em alguns casos, só havia sido realizada a reserva sem pagamento, mesmo as vítimas efetuando o pagamento para a empresa “GET Turismo”.

No decorrer da investigação mineira, foi verificado que a suspeita se encontrava no Espírito Santo e, inclusive, teria dado entrada no requerimento de um passaporte, demonstrando risco de fuga ao exterior.

Por meio do intercâmbio de informações entre as polícias Civil de Minas Gerais e Civil do Espírito Santo, foi possível identificar o paradeiro da suspeita e realizar a detenção. A mulher não resistiu à prisão.

“A equipe recebeu a informação da Gerência de Inteligência da Sesp de que a suspeita estava escondida na Serra. Fomos até o local e demos cumprimento ao mandado de prisão”, disse o delegado Douglas Vieira, titular da Delegacia Especializada de Falsificações e Defraudações.

Após a prisão, a mulher foi encaminhada para o Centro de Triagem de Viana (CTV), permanecendo à disposição da Justiça de Minas Gerais. “A necessidade de recambiamento de presos é uma decisão judicial”, acrescentou o delegado.

(Folha Vitória)


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