A ação teve início após uma denúncia anônima informar que um veículo suspeito havia sido escondido em uma área de plantio de eucalipto próxima à unidade de conservação. Policiais do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e agentes do ICMBio montaram uma vigilância no local e aguardaram a saída dos suspeitos da mata.
Durante a abordagem, foram apreendidas duas armas de fogo, calibres .22 e .36, munições e diversos equipamentos utilizados na prática de caça. O corpo do tatu-preto abatido também foi localizado.
Segundo a polícia, os dois homens confessaram que entraram ilegalmente na reserva com o objetivo de caçar e admitiram ter abatido o animal.
A dupla foi encaminhada à Delegacia Regional de Linhares, onde foi autuada em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e caça de espécime da fauna silvestre sem autorização. Após os procedimentos legais, os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional.
O animal abatido foi recolhido pelo ICMBio, responsável pela adoção das medidas administrativas ambientais.