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Polícia investiga morte de cadela agredida em Nova Venécia

Polícia investiga morte de cadela agredida em Nova Venécia

Animal da raça pastor-australiano foi encontrado sangrando com marcas de agressão no domingo (27 de setembro), no Patrimônio do XV; vizinho é suspeito do crime (Crédito: Acervo Pessoal)

A Polícia Civil investiga a morte de uma cadela de quatro anos, da raça pastor-australiano, encontrada pelo tutor machucada, com um corte na cabeça e sangrando, no domingo, dia 27 de setembro, no Patrimônio do XV, na zona rural de Nova Venécia, no Noroeste do Espírito Santo. O principal suspeito do crime é um vizinho, segundo registro policial.

Segundo o boletim de ocorrência registrado pelo tutor da cadela, Walace Ghisolfi Veloso, o crime ocorreu durante uma saída dele com a namorada para ir a um aniversário. “Ela tinha 4 anos e estava comigo desde filhote, de quando fui morar na localidade com meus pais. Era uma pastor-australiana, muito dócil e inteligente. Mas no dia 27, logo de manhã, eu e minha namorada demos banho na cadela e em outro cão meu e saímos. Quando voltamos, logo às 14h, encontramos ela sangrando, com parte da cabeça e nariz inchados, com uma marca de agressão na cabeça”, conta.

“Fui à procura de medicamentos e retornamos. Apliquei um medicamento e depois entrei em contato com um vizinho próximo para saber se ouviu ou viu algo estranho sobre barulho de cão. Ele confirmou que, pela hora do almoço, ouviu alguém adulto gritar e bater umas 3 vezes em um cão. Então, fui tirar satisfação com os vizinhos que poderiam ter feito o ato, mas eles negaram, contrariando o vizinho que ouviu”, disse.

“A seguir, voltamos para casa e cuidamos da cadela até tarde da noite, mas ela não resistiu e na manhã seguinte estava morta. Então, seguimos para a delegacia formalizar a queixa. Foi um ato covarde e traiçoeiro, pois era inofensiva até mesmo para uma criança. Provavelmente muitos que estavam no local viram e se calaram”, disse Walace.

Procurada pela Rede Notícia, a Polícia Civil informou que “o caso segue sob investigação da Delegacia Especializada de Infrações Penais e Outras (Dipo) de Nova Venécia” e “para que a apuração seja preservada, nenhuma outra informação será repassada”.

A Polícia Civil acrescentou que “a população tem um papel importante nas investigações e pode contribuir com informações de forma anônima por meio do Disque-Denúncia 181, que agora dispõe de três canais: por telefone, basta discar 181; pelo computador, o site é www.disquedenuncia181.es.gov.br; pelo WhatsApp, basta mandar uma mensagem para o número 27 99253-8181 e seguir o passo a passo do atendimento virtual. Em todos os canais, o anonimato é garantido e todas as informações fornecidas são investigadas”.

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