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Procon-ES participa de reunião sobre combate aos impactos dos agrotóxicos e transgênicos

Procon-ES participa de reunião sobre combate aos impactos dos agrotóxicos e transgênicos

O Procon Estadual acolheu a ideia e participará do custeio de parte do kit de análises de proteína transgênica

Representantes do Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-ES), se reuniram na última semana com membros da 35ª Promotoria de Justiça Cível de Vitória do Ministério Público Estadual (MPES) e com a Comissão de Impactos à Saúde e ao Meio Ambiente, com o objetivo de debater os impactos dos agrotóxicos e transgênicos no Espírito Santo.

A promotora de Justiça Sandra Lengruber abriu a reunião falando sobre a necessidade de tornar as relações entre produtores, fornecedores e consumidores mais transparentes. Em seguida, o coordenador da Comissão de Impactos à Saúde e ao Meio Ambiente, professor Lusinério Prezotti, apresentou um projeto que tem como parceiro o Fórum Espírito-Santense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (FESCIAT) que alerta sobre a importância de se viabilizar análises de proteína transgênica em milhos do Espírito Santo.

O estudo indica a aquisição do uso de kit de análises como alternativa para a determinação rápida da presença ou ausência de proteínas transgênicas em produtos agrícolas, com o objetivo de avaliar se o alimento comercializado no Estado como orgânico, obrigatoriamente isento de proteínas transgênicas, apresenta contaminações provenientes de plantios de milho geneticamente modificados.

Após a apresentação, considerando que a proteção à vida, saúde e segurança é um dos princípios básicos das relações de consumo, o Procon Estadual acolheu a ideia e participará do custeio de parte do kit de análises de proteína transgênica, por meio do Fundo Estadual de Defesa do Consumidor.

Para o diretor-presidente do Procon-ES, Rogério Athayde, as informações oriundas das avaliações servirão na defesa do direito dos consumidores, uma vez que viabilizará o acesso à informação, o controle e o exercício de escolha pelo consumidor de produtos orgânicos.

“Diz uma famosa frase de Hipócrates que ‘somos aquilo que comemos’. Porém, o ato de comer é mais do que isso, é necessário conhecer a origem do alimento a ser consumido, só assim podemos ter a oportunidade de fazer boas escolhas e adquirir de fato o que realmente está anunciado”, acrescentou Athayde.

Também participaram da reunião, representando o Procon-ES, a gerente de Administração e Recursos Humanos, Josenia Nascimento da Silva, e a assessora técnica Isabela Resende.

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