Uma ação realizada nesta segunda-feira (19) pelo Setor de Qualidade de Vida no Trabalho da Assembleia Legislativa (Ales) lembrou a importância do autocuidado para a prevenção do câncer de mama. A ideia é orientar sobre três pontos centrais: observar os sinais do corpo, realizar exames periodicamente e procurar ajuda em caso de alterações nas mamas.
A ação começou com o convite para todos os servidores trabalharem vestindo rosa, passou pela distribuição de uma peça de publicidade com a mensagem “Um gesto de carinho por você. Seu cuidado também importa.”, e teve sequência com a foto dos servidores vestidos de rosa na Galeria dos Presidentes.
“É uma ação simples, mas muito significativa para lembrar o Outubro Rosa. O corpo está sempre dando informações que precisamos nos cuidar e que a prevenção é o melhor remédio. O objetivo foi lembrar isso, do autocuidado”, disse Alex Amorim, coordenador do Setor de Qualidade de Vida no Trabalho da Ales.
Para a secretária de Gestão de Pessoas, Amanda Gabriel de Oliveira Kiffer, o Outubro Rosa é uma oportunidade de reforçar que a informação, a prevenção e o diagnóstico precoce podem salvar vidas.
“Sabemos que, no enfrentamento do câncer de mama, a atenção aos sinais do corpo, o acompanhamento médico e a realização dos exames recomendados são essenciais. Por isso, iniciativas como a que promovemos hoje na Assembleia Legislativa têm um significado que vai além do gesto simbólico de vestir rosa”, disse Amanda.
Segundo a secretária, o objetivo é sensibilizar os servidores para a importância do autocuidado e incentivar uma cultura de atenção permanente à saúde. “Entendemos que valorizar o servidor é também cuidar das pessoas, promover o bem-estar e contribuir para um ambiente institucional mais humano e acolhedor. A participação de homens e mulheres nessa mobilização demonstra que a conscientização é uma responsabilidade coletiva e que o cuidado com a vida deve ser um compromisso de todos”, acrescentou.
Outubro Rosa
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no país (depois dos tumores de pele não-melanoma). São estimados 78.610 novos casos entre 2026 e 2028 no Brasil.
Criado nos Estados Unidos, no início da década de 1990, o movimento ganhou força com a distribuição de laços cor-de-rosa aos participantes da primeira Corrida pela Cura (Race for the Cure), em Nova York.
No Brasil, a primeira iniciativa aconteceu em 2002 (com a iluminação do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo) e a campanha foi oficializada nacionalmente pela Lei Federal 13.733, de 2018.