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Preso em MG idoso foragido pela morte de colega há 24 anos em dormitório de empresa no ES

Preso em MG idoso foragido pela morte de colega há 24 anos em dormitório de empresa no ES

Polícia afirma que Joaquim Lúcio da Silva, de 65 anos, teria executado Carlos Alberto dos Santos, em abril de 2001, na empresa em que trabalhavam (Crédito: Obtido pela Rede Notícia)

A Polícia Civil de Vila Valério informou que ajudou a prender um homem de 65 anos, identificado como Joaquim Lúcio da Silva, nesta quinta-feira (4), na cidade de Conceição de Mato Dentro, em Minas Gerais. Ele estava foragido e é suspeito de matar Carlos Alberto dos Santos, em abril de 2001, no bairro Laranjeiras, na Serra, na Grande Vitória.

Segundo o delegado de Vila Valério, Erick Lopes Esteves, a delegacia recebeu informações por volta das 6h de quinta-feira (4) e “forneceu informações fidedignas à Polícia Civil de Minas Gerais” sobre o paradeiro do foragido, que estaria escondido em Conceição de Mato Dentro.

Preso em MG idoso foragido pela morte de colega há 24 anos em dormitório de empresa no ES (Crédito: Obtido pela Rede Notícia)

“O delegado de Polícia, Dr. David do Nascimento, prontamente atendeu ao chamado e logrou êxito em prender o indivíduo de 65 anos, que não ofereceu resistência. O alvo levava uma vida tranquila naquele município, sem levantar qualquer tipo de suspeita”, informou o delegado capixaba.

A Polícia Civil acrescentou que o Ministério Público do Espírito Santo (MPES) ofereceu denúncia contra Joaquim Lúcio da Silva pela prática do crime de homicídio simples.

O crime ocorreu no dia 18 de abril de 2001, próximo ao horário do jantar, no refeitório do alojamento de uma empresa do setor de demolição, desmonte, mineração e serviços técnicos, em Laranjeiras, na Serra. O suspeito, colega de trabalho da vítima, é apontado como autor do disparo.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima teria mostrado ao acusado alguns recortes de jornal sobre supostos parentes dela envolvidos com criminalidade. Em seguida, o suspeito foi até o dormitório, pegou um revólver, retornou ao refeitório e disse: “vamos resolver esta parada agora”. Logo depois, efetuou o disparo fatal, atingindo o peito de Carlos Alberto dos Santos.

Segundo a corporação, o Ministério Público apresentou denúncia e requereu a pronúncia do acusado para julgamento pelo Tribunal do Júri, além de pedir a prisão preventiva “sob o argumento de que ele não possuía vínculo com o distrito da culpa e estava em local incerto”, o que, conforme a polícia, se confirmou, já que ele fugiu logo após o crime.

Defesa

A reportagem tenta localizar a defesa do suspeito preso, e este espaço segue aberto para posicionamento.

(Fonte: Rede Notícia)

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